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IA e Saúde

Ministério da Saúde lança rede de hospitais inteligentes com inteligência artificial

O ministro Alexandre Padilha abriu, em 5 de agosto, o 1º Simpósio Internacional de Hospitais Inteligentes e IA na Saúde, em São Paulo, apresentando a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão.

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, em 5 de agosto, da abertura do 1º Simpósio Internacional de Hospitais Inteligentes e IA na Saúde, em São Paulo. O evento reuniu especialistas para discutir os novos caminhos da assistência à saúde no Brasil com o uso de inovação, medicina intensiva e monitoramento conectado, além de apresentar a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão, projeto que prevê modernizar a rede pública com apoio de inteligência de dados para a tomada de decisão dos profissionais de saúde.

"O Brasil está estruturando um mercado de tecnologia e de produtos para a saúde, desenvolvidos a partir das características do nosso país e que poderão ser utilizados tanto pela rede pública quanto pela rede privada. Com a execução desse projeto, vamos atrair empresas internacionais, gerar mais empregos, renda e tecnologia", afirmou o ministro, durante o evento.

Uma das frentes já em funcionamento é a Rede Nacional de UTIs Inteligentes, hoje ativa em seis unidades de saúde do país — Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro (no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho), Recife e Belo Horizonte. As tecnologias adotadas permitem monitorar o paciente continuamente, ajudam a identificar cedo qualquer alteração no quadro clínico e organizam, de forma integrada ao prontuário eletrônico, as informações mais relevantes para a equipe médica decidir. A estratégia inclui ainda o projeto-piloto do SAMU Inteligente, que já roda em Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, integrando ambulâncias, UTIs e centrais de regulação em tempo real para agilizar o atendimento pré-hospitalar.

Para quem tem mais de cinquenta anos, ou está com um familiar internado, essa mudança tende a significar mais agilidade no diagnóstico e menos tempo de resposta em situações de urgência — especialmente em UTI e no atendimento do SAMU, onde cada minuto conta. Vale ficar de olho se o hospital ou plano de saúde da região já usa esse tipo de tecnologia, e não hesitar em perguntar ao médico como ela está sendo usada no cuidado.

Fonte: Ministério da Saúde

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