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Inteligência artificial aprende a identificar em que fase do Alzheimer o paciente está

Pesquisadores da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, treinam um modelo de inteligência artificial para cruzar diferentes tipos de exames e apontar com mais precisão em que estágio da doença de Alzheimer uma pessoa se encontra.

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O Alzheimer costuma ser identificado tarde demais: uma pessoa pode conviver com a doença por até dez anos antes de os primeiros sintomas aparecerem. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, estão treinando um modelo de inteligência artificial capaz de apontar em que fase do Alzheimer um paciente se encontra.

O projeto, liderado pelo professor Tianbao Yang em parceria com o psiquiatra Israel Liberzon, usa um banco de dados público com informações de 10 mil pacientes, reunido pela Iniciativa de Neuroimagem do Alzheimer. A ideia é que a inteligência artificial cruze diferentes tipos de exame e de dados de cada paciente — uma combinação complexa demais para ser feita à mão por um médico — e encontre padrões que ajudem a definir o estágio da doença com mais precisão.

Quanto mais cedo o Alzheimer é identificado, maiores são as chances de tratamentos e terapias conseguirem desacelerar seu avanço. Por isso, a expectativa dos pesquisadores, financiados pela Iniciativa de Pesquisa em Demência e Alzheimer da Texas A&M Health, é que ferramentas como essa cheguem, no futuro, a apoiar médicos no diagnóstico mais precoce da doença — sem nunca substituir a avaliação clínica de um profissional de saúde.

Fonte: AIwire (HPCwire)

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